Secretaria Extraordinária de COVID lança primeiro boletim de monitoramento

O estado do Rio de Janeiro tem apresentado uma queda sustentada da transmissão do coronavírus nas últimas semanas, mesmo com a reabertura gradual da economia. No entanto, os números não são uniformes em todos os municípios, sendo necessária uma análise regional para subsidiar a tomada de decisão em cada cidade. Por isso, a Secretaria Extraordinária de Acompanhamento das Ações Governamentais Integradas da COVID-19 (Sec COVID) lançou o primeiro “Boletim de Monitoramento dos Indicadores do Painel de COVID-19”. No documento, é possível avaliar o momento da pandemia em que cada região do estado se encontra, auxiliando nas medidas a serem definidas pelas prefeituras.A secretária da pasta, Flávia Barbosa, esclarece que a análise epidemiológica é essencial enquanto a pandemia durar. “Até que novas tecnologias estejam amplamente disponíveis, como vacinas e medicamentos eficazes, a COVID-19 continuará sendo um problema de saúde pública, principalmente pelo risco de ocorrência de casos graves em população de maior risco. O processo de flexibilização e retomada gradual da economia devem ser atrelados a medidas que garantam o acesso ao sistema de saúde e monitoramento constante dos indicadores”, explica.

Tendo como base a Semana Epidemiológica 28 (05/07 a 11/07), é possível apontar que as regiões mais populosas (Metropolitana I e II) parecem estar no fim da primeira onda. Entretanto, outras regiões como Médio Paraíba, Centro-Sul e Serrana e municípios do interior vivem outro momento da curva epidêmica, sem redução ou aumento expressivos no número de óbitos nas últimas semanas, indicando um processo de interiorização da epidemia.

Quanto às taxas de ocupação de UTI, os leitos destinados a internações de casos graves por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e COVID-19 têm apresentado importante declínio, reduzindo de aproximadamente 60% para menos de 40% nas últimas semanas epidemiológicas analisadas. Este cenário coloca o estado do Rio de Janeiro em risco baixo para este indicador.

O boletim ainda analisa dados como número de casos, óbitos e internações para SRAG, taxa de positividade para COVID-19, a fila de espera e o número de solicitações de leitos. Para conferir o documento completo, clique aqui.

FIQUE POR DENTRO